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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Quem sou?

Sou uma pessoa autêntica. Não gosto de todos, às vezes finjo que gosto para parecer gentil, mas não sou falso, pois falsos são aqueles que maqueiam sentimentos e te destroem pelas costas. Falo tudo na cara, comigo não existem pudores. Faz parte de mim, tentar ser educado. Não sou um Gentleman, mas me considero um LORD.

Estou muito longe de viver um conto de fadas, minha vida é muito mais chata que a sua. Não perca seu tempo tentando invejar-me, sou superior a você, por isso estamos em patamares diferentes, pois enquanto eu narro minha desilusão, você perde seu tempo tentando entender-me. Não estou procurando amigos, não quero ser popular (As pessoas mais populares são as mais cínicas, pois tentam agradar a todos, criando vínculos afetivos). Gosto de mim do jeito que sou não tente mudar-me, pois você se dará muito mal nessa tentativa.

Não quero ser pedante, muito pelo contrário, porém, não ouse meter-se comigo, sou altamente vingativo, posso destruir seus mais lindos sonhos em apenas alguns segundos.  Sou uma rara exceção a todas as regras, aliás, eu não cumpro regras. Não quero mudar o mundo, gosto dele assim mesmo, a “baixaria” me excita. Antes que perguntem... Não! Eu não como bosta!

Gabriel Colares.


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Algo Desafiador?




Algo Desafiador?
Poderia te dizer milhões de coisas,
Pois tudo nessa vida,
É um desafio, inclusive a própria.

Mas nada é tão desafiador quanto o amor.
Sentimento que se alimenta dos mais profundos
Pensamentos. Que vive a incerteza, que luta para
Manter-se aceso, que vive há esperar um sentimento
Recíproco de quem se ama.

Algo que não pode ser medido
Ou até mesmo retirado do coração.
Por isso é tão desafiador.

O amor precisa ser alimentado
Não só de pensamentos, mas também
De amizade e respeito com
A pessoa amada.

No amor, vale tudo.
Menos ficar triste ou se sentir sozinho.
Pois a pessoa a quem amamos, além de tudo,
É um amigo. Alguém para quem é feito as mais
Lindas juras de amor eterno.


Gabriel Colares.

domingo, 28 de novembro de 2010

Estações Sentimentais





Menina,
Abra os olhos e veja:
“Seus cabelos pairam sob o vento,
Que leva junto a si, um amor de primavera”.

Menina,
Olha as rosas, veja como estão murchas!
“Onde está o amor?” – Disse ele.
Pare! Colha as rosas, beije-as,
Sinta-as como os lábios dele.
Não esqueça: essa pode ser a última chance.

Menina,
Sinta a chuva que cai, o verão está partindo!
Abra os braços, colha cada gota de amor que cai dos céus...
Feche os olhos e sinta essa chuva tocar a sua alma.
Sinta o perfume do inverno e as sensações do verão promitente.

Menina,
Não se deixe abalar!
Levante-se, deixe que o inverno leve essa tristeza.
Amanhã, quem sabe, tudo volte com a primavera.

Menina,
Sorria!
Você não é só mais uma.
Você sofreu com as perdas do outono.
Mas será esse o fim?
Não! Sempre haverá um recomeço.
O verão continua aquecendo o início da sua caminhada.

Menina,
Pegue seu rumo!
Siga a correnteza,
Deixe o coração fluir,
Assim como a chuva que volta a cair no inverno.
Não seja como a maré, não escorregue, não volte atrás.
Leve consigo somente mais um amor de primavera.





Gabriel Colares

Hino ao Amor




Se o azul do céu escurecer
E a alegria na Terra fenecer
Não importa, querido
Viverei do nosso amor...

Se tu és o sol dos dias meus
Se os meus beijos sempre forem teus
Não importa, querido, 
O amargor das dores desta vida.

Um punhado de estrelas
No infinito irei buscar
E a teus pés esparramar
Não importa os amigos,
Risos, crenças e castigos
Quero apenas te adorar

Se o destino, então, nos separar
E distante a morte te encontrar.
Não importa, querido,
Porque eu morrerei, também...

Quando, enfim, a vida terminar
E dos sonhos nada mais restar
Num milagre supremo
Deus fará, no Céu, te encontrar


Dalva de Oliveira

Teodora





Teodora,
Linda, bela Dora.
Flor, odor de uma rosa.
Rosa, mais uma viva.

Seu nome,
Teodora Rosa, tão pura,
Como Maria, seu tão formoso nome.
Teodora Rosa Maria,
Tão forte quanto às armas
Na guerrilha contra o tráfico.
Guerra, guerreira, singela.

A Rosa dos espinhos ou
Os espinhos da Rosa?
A ternura sofrida, vivida.
Que mulher contraditória!
Ou seria o tão contraditório
Mundo das mulheres?

A mais perfeita obra,
Vinda dos céus.
A mais lapidada brasileira,
A original, sem censura, com
Seus defeitos, uma mulher de verdade.
Essa sim é Teodora, a Rosa Maria
Ou simplesmente Maria da Silva.



Gabriel Colares

Como VIVER sem te AMAR?


 "... tinha suspirado,
tinha beijado o papel devotamente!
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades,
e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas,
como um corpo ressequido que se estira num banho tépido;
sentia um acréscimo de estima por si mesma,
e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante,
onde cada hora tinha o seu encanto diferente,
cada passo condizia a um êxtase,
e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!"


(Passagem do Livro “O Primo Basílio” de Eça de Queiroz)


CANSEI DE TE AMAR!



Cansei de chorar
Mágoas do passado.
Viver já não me é mais
Importante sem você.

Cansei de tentar
Mudar minha solidão
E trocar minha feição triste,
Por um sorriso hipócrita.
Não vou mais lamentar
A sua perda.

Cansei de ouvir
Sair de sua boca
Insanidades, falsos
Perdões, desculpas
Esfarrapadas.

Cansei de lutar
Por esse amor,
Não agüento mais
Essa angústia em
Meu peito.
Meu coração clama
Por socorro,
Não quero mais te ver,
Teu sorriso me machuca.

Cansei de olhar teus olhos
E recordar-me de tudo o
Que passamos.
Conviver contigo já
Não me faz bem,
Não posso estar ao seu lado,
Sabendo que não posso ser seu.
Quero libertar-me
De ti e tudo o que
Me remete a tua lembrança.

Cansei de sofrer,
Cansei de te amar.



Gabriel Colares

Orgasmática




Clima hostil,
Temperatura elevada.
Tons azuis, lábios avermelhados.

Sentiu o nervo tocar na veia.
O cós ouriçava todo o corpo,
O toque da língua excitava a pele,
Que rígida estava.

Admirava as mãos,
Sentia as unhas.
Ousara tocar a meia calça,
Um murmurinho saía de seus lábios.
Beijos gostosos, mordidas dolorosas.

Pernas e braços,
Seios no olfato.
Beijos no umbigo,
O calor reacendia.

Tocou o íntimo.
Delirava com o segredo e
O beijara sem medo.

Seguia com o desejo,
Voltou-se para o meio e
A revirava sob o leito.

Um grito!
Alimentara sua fome.
Deitava-se com um bicho,
Que feroz permanecia.

Seu toque foi causando arrepios.
Puxões de cabelo arrancavam-lhe o prazer.
Aquele era o seu estado
De fome saciada.



Gabriel Colares

sábado, 27 de novembro de 2010

INAUGURADO!

Para decretar que este blog está devidamente inaugurado, venho por meio de algumas palavras, tímidas ainda, demonstrar o meu profundo interesse em dedicar-me as postagens periodicamente. Prometo que sempre estarei postando coisas interessantes, para que possamos interagir e discutir sobre diversos temas. Essa página ainda está em processo de formação, logo, não se assuste com as mudanças repentinas. Aos poucos vou pegando a “manha” do Blogger e em breve teremos muita coisa legal por aqui! Abraços e beijos.